O erro eólico é maior e mais persistente que o solar, e a conversão de vento em produção é mais difícil. São as duas razões pelas quais um parque eólico mal gerido custa mais do que parece.
O erro de previsão eólico é maior em amplitude e muito mais persistente do que o solar. Um erro de fase numa rampa não se dilui no quarto de hora seguinte: mantém-se durante horas, no mesmo sentido, e acumula.
A conversão de medição em produção também é mais difícil. O vento medido na nacela é enviesado pela própria turbina; as turbinas de um parque não veem o mesmo vento; e as esteiras entre turbinas mudam com a direção. Uma curva de potência de catálogo não resolve nenhuma destas três coisas.
A previsão integra vários modelos atmosféricos públicos em ensemble. Não corremos modelos de atmosfera próprios — integramos os que existem, e a vantagem está no que se faz com eles a jusante.
A capacidade de reduzir produção existe em qualquer parque em operação e não exige investimento. É capacidade de reserva a descer, e é remunerada.
Ativar essa capacidade exige condução à distância dentro do tempo do produto e prova de execução. É a Gesto Comercialização que responde perante o sistema por essa execução; a decisão de quando e quanto oferecer é nossa.
O histórico da central é tratado com distinção entre o efeito meteorológico e o efeito de despacho, com quantificação do resultado.